"Quer romper com o seu passado, começar uma vida nova? A Legião
Estrangeira lhe oferece uma oportunidade única. Sejam quais forem as
suas origens, religião, nacionalidade, os seus diplomas e nível escolar,
sua situação familiar ou profissional, a Legião estrangeira lhe oferece
uma nova oportunidade para uma vida nova..."
É o que diz a página inicial do site brasileiro da Legião Estrangeira
Francesa. Uma legião estrangeira é um destacamento militar criado por um
país, mas formado por voluntários de outros países.
Muitos países já tiveram destacamentos desse tipo, como a "King's German
Legion" da Grã-Bretanha e como o Brasil, durante o a Guerra do
Paraguai.
Atualmente, no mundo, apenas a Espanha e a França mantêm ainda esses
destacamentos militares, sendo que somente a da França continua
aceitando novos voluntários e atuando. Atualmente, ela tem cerca de 7
800 soldados divididos em 10 regimentos na França, na Guiana Francesa,
em Maiote (uma ilha do oceano Índico) e em Djibuti, na costa nordeste da
África.
A Legião Estrangeira defende, em primeiro lugar, os interesses da França
e, em segundo, atua em missões de paz e de intervenções pela ONU e
OTAN, mas como tropa Francesa.
Desde que foi criada, a corporação mantém o costume de permitir que os
soldados se alistem com um nome falso. Muita gente pensa que por causa
disso a Legião aceita um monte de bandidões sanguinários, foragidos da
lei. Já foi assim, mas hoje, o processo de admissão é mais rigoroso,
submetendo todos os candidatos a checagens de sua vida.
Código de Honra do Legionário:
Artigo 1
Legionário, tu és um voluntário servindo a França com honra e lealdade.
Artigo 2
Cada legionário é o teu irmão de arma seja qual for a sua nacionalidade,
a sua raça, a sua religião. Tu manifestarás sempre a estreita
solidariedade que une os membros de uma mesma família.
Artigo 3
Respeitador das tradições, fiel aos teus chefes, a disciplina e camaradagem são a tua força, o valor e a lealdade tuas virtudes.
Artigo 4
Fiel do seu estado de legionário, tu o mostrarás na tua farda sempre
elegante, teu comportamento sempre digno mas modesto, teu aquartelamento
sempre limpo.
Artigo 5
Soldado de elite, tu treinas com rigor, cuida da tua arma como teu bem mais valioso, cuida permanentemente da tua forma física.
Artigo 6
A missão é sagrada. Tu a executas até o fim, no respeito das leis, dos
costumes da guerra, das convenções internacionais e se for necessário,
ao perigo da tua vida.
Artigo 7
No combate, tu ages sem paixão e sem ódio, tu respeitas os inimigos
vencidos, nunca abandonas nem os teus mortos, nem os teus feridos, nem
as tuas armas.
Se interessou? É bom pensar duas, três, mil vezes antes de embarcar
nessa. Quem quiser se juntar à Legião Estrangeira precisa viajar à
França por conta própria e se submeter a uma bateria de exames físicos e
psicológicos. Se for aprovado, o soldado assina um contrato de cinco
anos e começa com um salário em torno de 1 000 euros - cerca de 2 700
reais. Antes de fazer as malas, dê uma olhada no depoimento e nas fotos
de um brasileiro que passou cinco anos na corporação.
Confissões de um legionário
Brasileiro que serviu por 5 anos revela o dia-a-dia no exército internacional
Maurício Arruda Preuss, 42 anos
Nascido em São Paulo
Profissão atual - Piloto de helicóptero
Serviu na Legião Estrangeira de 1987 a 1992
MUNDO ESTRANHO - Por que você resolveu se alistar na Legião Estrangeira?
Maurício - Porque eu era fascinado pela carreira militar, mas não
consegui entrar na Academia das Agulhas Negras, no Rio de Janeiro.
Foram três anos de cursinho, mas não deu. Eu tinha 23 anos e queria
manter esse sonho. Por isso, voei para a França para tentar a Legião.
Dizer que não senti medo antes de bater no portão do alistamento seria
mentira...
Que testes você fez antes de ser aceito?
Passei por uma bateria de exames médicos, um teste psicotécnico, uma
série de entrevistas e testes físicos. Na época, participei de uma
corrida e fiz alguns abdominais - ficou por isso mesmo. Mas sugiro que
antes de fazer as malas, o candidato seja capaz de correr uns 10
quilômetros sem grandes problemas. Dos meus anos na Legião, metade
passei correndo!
É verdade esse papo de que muitos legionários são terroristas, traficantes e assassinos?
Não. Esse tipo de gente não tem a menor chance de passar nas entrevistas
de segurança. O que acontece é que todo candidato tem direito ao
anonimato e a uma nova identidade ao chegar à Legião. Por exemplo, após
vários meses de convívio com um amigo italiano, soube que ele tinha
entrado na corporação para fugir da máfia. Nunca soube seu verdadeiro
nome.
Em que lugares do mundo você serviu?
Primeiro, me formei legionário na França. Depois fui à África para
servir no Djibuti. Fiquei por lá dois anos e voltei à França para me
formar pára-quedista. Segui novamente para a África - desta vez, foram
cinco meses no Chade, para ajudar a conter uma guerra civil.
Como era seu dia-a-dia?
Não há uma rotina fixa: as manobras de campo, treinos de tiro e os
estágios práticos mudam totalmente o cotidiano. Mas um dia "normal" é
assim: acordamos por volta das 5 h, limpamos o quartel, tomamos café e
fazemos uma corrida de mais ou menos 8 quilômetros. Depois o comandante
distribui as tarefas diárias - manutenção das armas e dos serviços do
quartel, por exemplo. O serviço vai das 7 h às 12 h e das 13h30 às
17h30. Do meio-dia às 13h30, é hora do almoço. Os legionários comem às
pressas para tirar um cochilo ou encarar uma ou duas cervejas na
cantina...
Você aconselharia alguém a se alistar na Legião?
Não! Eu tive muita sorte de sair inteiro. Se você quer ter algum tipo de
experiência militar, primeiro tente a carreira no Brasil. Se depois
disso aquela voz ainda quiser te mandar para a Legião, vá a um
psiquiatra [risos]! E se nem ele conseguir calar aquela voz, bon voyage!
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
domingo, 28 de fevereiro de 2016
Duvidas sobre cidadãnia Francêsa.
Quanto à questão da cidadania...foi quase frustrante (pois eu tinha esse interesse também) ver companheiros em árduas batalhas...um com 7, outro com 8 anos de casa; e com seus requerimentos andando como caranguejo...
A saber: A França é um dos países mais buracráticos da Europa quanto a este assunto.
Então, se o camarada está em busca da cidadania, a DICA pode ser esta: se casar com uma francesa (que é uma forma mais prazerosa e menos burocrática...rsrsrsrs)
Outras informações que encontrei dadas pelo guerreiro Michel:
Consegui obter as informações e tô repassando
Depois de servir você pode obter a cidadania francesa e manter a brasileira. O processo é rápido e facilitado.
A Naturalização nesse caso é sob registro do Ministério da Defesa da França, é um modo de acesso simplificado a aquisição da nacionalidade francesa, que é previsto em lei, e está prevista para os militares estrangeiros que servem o exército francês e feridos em missão permanentemente a qualquer momento, que fizerem esse pedido.
A nacionalidade francesa é conferida por decreto, não tendo que satisfazer maiores condições das exigidas pelo próprio exercito, saindo assim das comprovações necessárias aos outros candidatos à naturalização francesa.
No entanto, tendo problemas criminais ou de comportamento no exercito, ocorrerá um caso de impedimento à aquisição da nacionalidade francesa.
No caso de falecimento do militar, a cidadania pode ser requerida aos seus filhos menores que, no dia do falecimento, residiam habitualmente com ele (ou alternadamente no caso de separação ou divórcio).
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E requizitar a mesma, via tramits Legais:
Quem tem direito: filhos de pai ou mãe franceses. Netos de franceses podem requerer a cidadania mas precisam preparar um dossiê.
Documentação: certificado de Nacionalidade Francesa dos pais ou avós, certidão de nascimento do avô ou pai, certidão de casamento dos pais. Caso o imigrante tenha pedido naturalização brasileira, é preciso explicar as razões que o levaram a abrir mão da nacionalidade francesa.
existem um passo a passo:
1. O descendente de imigrante deve conseguir todos os documentos necessários para fazer o pedido de cidadania no setor consular.
2. Caso seja preciso pesquisar documentos do imigrante em seu país de origem, consulados e embaixadas, de modo geral, indicam sites na internet, advogados e despachantes que cobram pela pesquisa. Muitas vezes as próprias embaixadas fazem o trabalho de busca, que pode ser demorado.
3. Vários países exigem(não sei se a França exige) que os documentos sejam traduzidos. Tradutores oficiais são indicados também nas embaixadas e consulados.
4. Depois de entregar toda a documentação e pagar a taxa exigida por alguns países, o requerente pode ter de passar ainda por uma entrevista na Embaixada.
5. Caso consiga a cidadania, o requerente terá então de solicitar a carteira de identidade, que também é emitida no país de origem e pela qual é cobrada nova taxa.
6. Com a carteira de identidade, ele paga uma nova taxa e poderá então fazer a requisição do passaporte europeu.
caso saiba Françês ,melhores informações na Embaixada de França
Perfil dos Regimentos da Legião Estrangeira.
1º R.E. – Primeiro Regimento Estrangeiro
História
O 1 RE constitui com o Comando da Legião estrangeiro que chama-se a "Casa Mãe" da Legião estrangeira. Esta expressão, herdada de Sidi-bel-Abbès, vem do papel primordial do regimento brincado na conservação das tradições. O Bairro Viénot de Aubagne, lugar de guarnição de 1 RE, protege com efeito o Museu da Legião estrangeira.
Foi criado em 1841, estacionado à Aubagne desde 1962, 1 RE é o decano dos regimentos da Legião. Para além de este aspecto histórico, o 1 RE representa a etapa essencial no percurso do legionário. Há a sua carreira, ao Centro de seleção e de incorporação (CSI), e há no fim da sua instrução.
Missões
O 1º R.E. é um regimento de vocação essencialmente administrativo. A sua missão essencial consiste a apoiar a Legião estrangeira e o Estado-maior do COMLE. Primeira etapa na vida do legionário, o 1 RE é igualmente o último: no fim do seu serviço activo, há as suas formalidades de partida. O 1 RE é igualmente a sede de instituições legionários específicas: a revista Képi branco, a equipa de cross (ATHLEG) ou a Música da Legião estrangeira.
Contato
Implantação: Aubagne (Bocas do Rhône)
Telefone: 04.42.18.13.99 (central)
Telefax: 04.04.18.13.04
Site: http://www.legion-etrangere.com/
Endereço: Bairro VienotBP 3813998 Marselha Exércitos
4º R.E. – Quarto Regimento Estrangeiro
História
O 4.o Regimento estrangeiro, estacionado à Castelnaudary, é o regimento de instrução e formação da Legião estrangeira. É a sua missão única desde a sua criação, 1920. Não é projetable em operações. 570 homens trabalham hoje à esta missão. São encarregados formar 350 comprometidos voluntários e 300 estagiários anualmente. Instruir o soldado e educar o legionário constituem a formação básica. Trata-se nomeadamente de aprender francês por meio do método "Képi branco". Trinômes, cujo o francófono, nos futuros legionários adquirem as bases do francês sem nunca estar a recorrer à sua língua materna.
Missões
A instrução passa igualmente pela aprendizagem da vida em coletividade, essencial à integração de cada um na Legião estrangeira. Exceto esta formação básica dispensada em 3 companhias de comprometidos voluntárias (CEV), o 4.o RE forma os cabos de infantaria, sargentos e chefes de grupo infantaria, na companhia de instrução dos Cadres (CIC) e assegura a formação a nível elementar e do primeiro grau dos especialistas, numerosas em disciplinas, na companhia de instrução dos especialistas (CIS).
Contato
Implantação: Castelnaudary (Aude)
Telefone: 04.68.23.79.99 (central)
Telefax: 04.68.23.76.06
Site: http://www.legion-etrangere.com/
Endereço: Bairro Capitão DANJOU Estrada de Pexora 11.452 Castelnaudary cedex
1º R.E.C. – Primeiro Regimento Estrangeiro de CAVALARIA
História
O 1 Regimento estrangeiro de cavalaria é um dos dois regimentos de cavalaria da 6.a Brigada ligeira blindada. É o único regimento de Legião estrangeira especializado no combate blindés e o único regimento estrangeiro na Arma blindada cavalaria... O regimento é estacionado à Laranja, ao bairro Labouche. Instalou-se em 1967, vindo de Mares GR Kebir. Conta 930 homens. O regimento alinha 48 AMX 10RC, blindados sobre rodas, ao mesmo tempo móvel e potente. Muitos legionários 1 do REC serviram igualmente ao Jibuti, no esquadrão blindado 13e demi-brigade de Legião estrangeiro, equipado de ERC 90 Sagaie. Esta dupla qualificação da maior parte dos pessoais é uma vantagem apreciável para um regimento de intervenção empregado nas configurações mais diversas.
Missões
Desde 1978, data da sua primeira intervenção no Chade, 1 o REC participou na maior parte dos compromisso recentes do exército francês: Líbano (1983), Iraque (1990-1991), Camboja (1992-1993), ex-$jugoslávia (desde 1993)... Desde 2003, os seus esquadrões são contratados em Costa de Marfim, no dispositivo Licorne ou em reforço das forças posicionadas em Abidjan ou no noroeste do país.
Contato
Implantação: Laranja (Vaucluse)
Telefone: 04.32.81.22.99 (central)
Telefax: 04.32.81.20.08
Site: http://www.legion-etrangere.com/
Endereço: Bairro Labouche 84875 Orange cedex
2º R.E.G. – Segundo Regimento Estrangeiro de Génie
História O 2.o regimento estrangeiro de génio é o regimento de génio de assalto 27.o da Brigada infanterie de montanha. Criada em 1999, mais jovem dos regimentos estrangeiros é totalmente hoje operacional. 2.o o REG é implantado à Saint-Christol, sobre a bandeja de Albion.
Missões
As missões 2.o do REG são sensivelmente idênticas às 1 o REG, apoio ao combate e ajuda à despregadura das unidades da brigada, mas aplicadas ao contexto alpino. Todos os legionários 2.o do REG passam por conseguinte as patentes alpiniste e skieur militar, ou chefe de equipa elevada montanha. O regimento conta nas suas filas um grupo de investigação humana, especializado na acção de informação. Os seus membros, escolhidos sobre a vertente, são certamente montagnards émérites mas também dos especialistas capazes de utilizar as técnicas de acção na profundidade mais diversa, da infiltração ofensiva em caiaque até ao exfiltration sob vela parapente. Em 2002 e 2004, o regimento destacou unidades no Afeganistão com 27.o o BIM, para missões de desminagem (missão Pamir) e para a formação do jovem exército afegão.
Contato
Implantação: Santo Christol (Vaucluse)
Telefone: 04.90.74.82.11 (central)
Telefax: 04.90.74.82.16
Site: http://www.legion-2reg.com/
Endereço: Caserna Maréchal KOENIG 84390 SAINT-CHRISTOL
2º R.E.I. – Segundo Regimento Estrangeiro de Infantaria
História
Criado em 1841, o 2.o regimento estrangeiro infanterie é um dos dois regimentos infanterie blindado da 6.a Brigada ligeira blindada. Com os seus 1.234 homens, 2.o o REI constitui hoje mais o gordo regimento infanterie francês.
Missões
2.o o REI conheceu um ritmo muito sustentado de actividades operacionais nos últimos anos. Foi um artesão muito activo da operação Tempestade do Deserto, em 1991. 2.o o REI igualmente foi empregado largamente nos Balcãs, interveniente nos termos FORPRONU, do FRR, o IFOR, o SFOR, seguidamente do KFOR. Em 2003, 2.o o REI renoué com o compromisso operacional na África tomando parte à operação Licorne, em República de Costa de Marfim, e mais recentemente ainda a operação PAMIR no Afeganistão. Desde um ano, 2.o o REI é corpo experimental em matéria de digitalização do espaço de batalha (NEB) graças ao instaurado dos veículos PC equipados do sistema se informação regimental (EXMO. SENHOR).
Contato
Implantação: Nîmes (Gard)
Telefone: 04.66.02.32.99 (central)
Telefax: 04.66.02.34.04
Site: http://www.legion-etrangere.com/
Endereço: Caserna Coronel de Chabrières 30.998 Nîmes armada
2º R.E.P. – Segundo Regimento Estrangeiro de Paraquedistas
História
Herdeiro das gloriosas tradições dos Batalhões estrangeiros parachutistes Indochine, e os Regimentos estrangeiros parachutistes da Argélia, 2.o REP é um dos quatro regimentos infanterie da 11.a Brigada parachutiste. O regimento é estacionado em Córsega, em Calvi. Conta 1.234 homens.
Missões
2.o REP tem singularité ter especializado cada um das suas quatro companhias de combate num domínio de emprego específico. Cada companhia é piloto no seu domínio e feito aproveitar o resto do regimento dos seus "knowhow".
A intervenção transportada por via aérea é o modo de ação privilegiado 2.o REP mas o regimento é igualmente capaz de comprometer-se sob blindagem como foi o caso estes últimos anos, na ex-Yugoslávia, na África Central, ao Congo ou em Costa do Marfim.
2°Regiment Etranger de Parachutiste (2°REP)localizado ha 5km da cidade de Calvi na ilha da Corsega no mar Mediterraneo, uma tropa de elite da Legião Estrangeira, treinada e preparada para atuar em qualquer lugar do planeta, em qualquer clima e situação, com 4 companhias de combate.
1ªcia. de combate em localidades, é especializada em combate em zona urbana.
2°cie de montagne, especializada em combate em terrenos difíceis e montanhosos, especialistas em escalada, rappels, esqui, são especialistas em sobrevivência em altas altitudes e em baixas temperaturas .
3°cie amphibie, especializada em combate terra/mar. Após salto em mar (drop ou pára-quedas), tem a capacidade de abordar a costa e de levar a cabo uma acção infanterie à terra (infiltração em botes infláveis, conhecidos pela marca zodiac ou por caiaques).
4° cie sniper, atiradores de elite. agrupa os especialistas do tiro de precisão, os snipers e os peritos em manuseio de explosivos.
CEA, cie de artilharia (morteiros e canhões antiaéreos), a também outras cinco companhias que não são de combate e o GCP, conhecido anteriormente pelo nome de CRAP.
Contato
Implantação: Calvi (ElevadoCórsega)
Telefone: 04.95.60.92.99 (central)
Telefax: 04.95.65.33.04
Site: http://www.2rep.com/
Endereço: Campo Raffalli 20.260 Calvi
3º R.E.I. – Terceiro Regimento Estrangeiro de Infantaria
História
Herdeiro das tradições dos dois Regimentos de degrau da Legião estrangeira, o RMLE de 1915-1918 e o de 1943-1945, o 3.o Regimento estrangeiro infanterie é o regimento mais decorado da Legião estrangeira. Desde 1973, é implantado na Guiana francesa, Kourou. 3.o o REI alinha um efectivo de 640 homens 280 do qual apenas são legionários permanentes. O resto do efectivo vem de metrópole para estadas de quatro meses, nos termos das companhias rotativas e estas companhias não são necessariamente unidades de Legião.
Missões
Uma das missões essenciais 3.o do REI é participar na protecção do Centro espacial guianês (CSG). Antes e durante de cada TIR de um foguete Ariane, o regimento estende-se em vigilância, num dispositivo interarmées, em redor do sítio de lançamento. 3e o REI assegura igualmente missões clássicas de soberania: patrulhas pirogue sobre o rio que marca a fronteira com o Brasil ou missões de reconhecimento em floresta. À estas missões operacionais acrescenta-se uma missão de instrução que faz toda a notoriedade do regimento. O Centro de treino à floresta équatoriale (CEFE) detem a avaliação do exército francês em matéria vida, de sobrevivência e combate em floresta équatoriale.
Contato
Implantação: Kourou (Guiana)
Telefone: 05.94.33.88.00 (central)
Telefax: 05.94.33.88.06
Site: http://www.legion-3rei.com/
Endereço:Bairro ForgetBP 72797310 Kourou
13º DBLE - Décima Terceira Demi-Brigada da Legião Estrangeira
História 13.o Demi-brigade de Legião estrangeiro faz parte dos FFDJ, as Forças Francesas estacionadas ao Jibuti. A presença dos exércitos franceses sobre este território, trabalhador independente desde 1977, inscreve-se no âmbito dos acordos de defesa passados entre a França e a República do Jibuti. Criado em 1940, 13.o o DBLE conheceu durante a Guerra um percurso surpreendente, que conduziu-o das costas da Noruega às areias de Bir Hakeim, da Alsácia à Alemanha, até vitória à final.
Missões
As forças francesas ao Jibuti provocam-se permanentemente para um eventual conflito em meio desértico. Vastas as extensões do território constituem um terreno ideal para exercícios de grande amplitude. Puro produto do 13, o Centro de treino ao combate de Arta Praia (CECAP) adquiriu desde 1982 uma verdadeira avaliação em termos aguerrissement e aprendizagem dos métodos de combate em zona desértica. 1.300 estagiários vêm formar-se cada ano em condições climáticas extremas. A situação estratégica do Jibuti, aos mercados do mar Vermelho e o canal de Suez, e a instabilidade crónica do chifre da África, fazem que 13.o o DBLE vive permanentemente num clima operacional. De 1991 para 1995, o regimento deveu intervir no território mesmo da República do Jibuti, ou mesmo participar em diversos intervenções fora do teritoire: Somália (1992 e 1993), Iémen (1994), Ruanda (1994) ou Costa de Marfim em 2002.
Contato
Implantação: Jibuti (República do Jibuti)
Telefone: 00.253.351.351 (central FFDJ)
Telefax: 00.253.354.504
Site: http://www.legion-etrangere.com/
Endereço:13.o DBLE Bairro MONCLARSP 8503000815 ARMADOS
DLEM - Destacamento da Legião Estrangeira no MAYOTTE
História
O colocado em sentinela no Oceano Índico, à entrada do canal do Moçambique, Destacamento de Legião estrangeira de Mayotte tem guarnição ao bairro Cabaribère. O DLEM foi criado como tal em 1976, aquando da independência das Comores (enquanto que Mayotte escolhia continuar a ser francês). O DLEM depende do Comando superior das Forças armadas da zona do sul do Oceano Índico (FAZSOI), baseado à Santo Denis da Reunião. Com um efectivo de 240 homens, 80 do qual apenas são membros permanentes Legião, DLEM é mais pequena das formações da Legião estrangeira.
Missões
O destacamento constitui uma força de soberania que pode manifestar-se pelo emprego dos seus meios limpos ou pela aplicação plana de uma forma susceptível de facilitar o compromisso de unidades externas (em 1989 e 1995 por exemplo). A ilha constitui uma excelente superfície de treino sobre um terreno exigente e difícil. O DLEM põe a disposição das companhias rotativas um centro que emite às unidades uma instrução náutica apreciada dos estagiários. O destacamento participa activamente na cooperação com os estados ribeirinhos. Envia regularmente os seus almofarizes à Madagáscar para campanhas que servem ao mesmo tempo de escola à fogo aos legionários e período de instrução para as forças malgaxes.
Contato
Implantação: Dzaoudzi (Mayotte)
Telefone: 02.69.60.12.62
Telefax: 02.69.62.83.60
Site: http://www.legion-etrangere.com/
Endereço: DLEM Bairro CABARIBEREBP 4497.610 Dzaoudzi
Legionários ou Mercenários: cavalheiros ou escória?
A questão de mercenários ou não vai além do soldo,do dinheiro. Mercenário é o que luta sob uma bandeira estrangeira? É o que luta somente por dinheiro? Os conceitos são diversos e convencionou-se -obra dos esquerdistas primários- chamar de mercenário quem luta pela democracia ocidental e de "internacionalista" quem luta pelo marxismo!
O militarmente incompetente Che
Guevara,que depois da queda fácil do ditador Batista só colecionou
fracassos se enquadraria na classificação clássica de mercenário,já que
era argentino,lutou por Cuba,depois tentou Africa(fugiu rapidamente) e
em seguida Bolívia,onde acabou morto por um sargento bêbado. Mas não,é
um revolucionário... Eu,que nasci no Brasil e lutei em Moçambique,Angola
e Rhodesia em defesa da Civilização Ocidental,sou mercenário...
No Ocidente,o preconceito ajuda
muito na repulsa a quem luta por outros países,seja por dinheiro ou por
ideal. E este preconceito foi criado a partir do Congo,aumentado por
Hollywood,o que acabou atraindo realmente elementos de baixo nível que
pensam mais em saques,em dinheiro e aventuras fáceis. Mas sua atuação
foi sempre irrisória na decisão de guerras -Bob Denard à parte- além de
atualmente serem preteridos pois existem as Companhias Militares
Privadas (PMCs),organizadas,treinadas,poderosas e que realmente resolvem
e fazem a diferença. Os fanfarrões,mercenários estilo Hollywood
acabaram. Então,dependerá dos conceitos -e preconceitos- julgar se foram
mercenários os homens que lutaram na Rhodesia,na Legião Estrangeira,no
Batalhão 32...Eu defendo um nome para estes homens:guerreiros profissionais.
E
guerreiros,como qualquer outra profissão -médicos, advogados,
engenheiros, sacerdotes- podem ser bons, maus, competentes ou não,
cavalheiros ou escória...
Legião Estrangeira:Trocando o coletivo lotado e um salário mínimo por mil euros iniciais e um blindado para três...
A nacionalidade brasileira já é uma
das mais expressivas em números entre os voluntários da mítica Legião
Estrangeira. Antes conhecida como ninho da escória do mundo,hoje é uma
tropa de alto nível atraindo jovens de classe média,sem grandes
perspectivas em seus países de origem ou em busca de uma vida de
aventuras e de resgate da virilidade paulatinamente perdida na fraca
sociedade atual,pois escondido e reprimido,ainda lá no fundo do cérebro
de cada homem estão os instintos de um guerreiro e caçador...
A região de Campinas,SP tem
fornecido uma boa leva de candidatos,que após o contrato de 5
anos,voltam ao Brasil para principalmente trabalhar em segurança
pessoal,sempre muito disputados pelo mercado. Os que lá permanecem se
aposentam após 14 anos de serviço,podendo receber seus salários em
qualquer lugar do mundo.
Aprendem pelo menos uma língua com
perfeição,se alimentam de maneira saudável,exercícios físicos
diários,ficam longe das drogas-não há tempo- e participam até de missões
de paz da ONU entre outras mais perigosas sem dúvida,pois a Legião para
isso foi criada,honrar em combate os compromissos da França com seus
aliados, sem criar convulsões sociais internas(como EUA x Vietnã),pois
são profissionais e estrangeiros na linha de frente.
E não se preocupe Dona Maria,as
chances de seu filho nas ensolaradas planícies africanas ou até mesmo
nos explosivos Iraque e Afeganistão são maiores que numa rua do Rio de
Janeiro ou São Paulo – as estatísticas,mesmo maquiadas como é costumeiro
no Brasil,infelizmente isso provam...
Brasileiro treina na Amazônia com Legião Estrangeira: 'Quero lutar contra o Estado Islâmico'
É meia-noite na
selva da Guiana Francesa e o brasileiro Júlio César começa a se lembrar
do dia em que decidiu se alistar na Legião Estrangeira: "Toda minha
família se reuniu para me dizer: o que você vai fazer lá?"
Afinal, essa tropa do Exército francês teve, durante muito tempo, a fama de reunir criminosos, assassinos, sádicos e afins.Mas Júlio César, que nem sequer era militar, ignorou os questionamentos de seus parentes e seguiu com a ideia, inspirado por uma reportagem sobre um legionário na TV quando morava no Rio.
Onze anos mais tarde, aos 35 anos, ele relata as situações extremas que enfrentou na Legião Estrangeira.
Um delas foi carregar um soldado nas costas enquanto afundava em um local com areia movediça. Ou quando foi enviado ao Afeganistão, onde se envolveu em um "intenso combate".
Há um ano e meio ele vive na Guiana Francesa, onde os legionários são submetidos a um dos treinamentos militares de sobrevivência na selva mais duros que existem.
De cabeça raspada, boina verde e farda camuflada, Júlio César agora também é francês e sargento-chefe da Legião. Ele não sabe qual será sua próxima missão.
"Se meus superiores me mandarem para uma missão contra o Estado Islâmico, irei com certeza", diz ele, em referência ao grupo extremista contra o qual a França declarou guerra após os ataques de novembro em Paris , que deixaram 130 mortos. "Tenho vontade de ir."
Leopardo
Distribuição de munições durante missão para proteger lançamento no centro espacial da Guiana
A primeira coisa que chama atenção ao se entrar no escritório do coronal Jérôme Ransan na localidade franco-guianense de Kouru é um leopardo empalhado.Sentado em sua poltrona, o oficial de 44 anos, que comanda o Terceiro Regimento Estrangeiro de Infantaria (3º REI), afirma que a Legião Estrangeira tem o mesmo objetivo desde que foi criada, em 1831: ser uma tropa de combate a serviço da França, integrada por voluntários de vários países.
Atualmente, há quase 150 nacionalidades diferentes entre seus 7.800 homens – e Ransan afirma que os serviços de segurança francesa verificam seus antecedentes criminais.
"Hoje, a Legião Estrangeira não aceita criminosos, nem pessoas processadas por crimes ligados a drogas, assassinatos ou violações."
No entanto, os candidatos podem solicitar que sejam recrutados com uma identidade diferente quando se apresentam pela primeira vez.
Um folheto da legião explica que isso "oferece uma segunda oportunidade a quem quer virar um página e estiver em busca de um novo começo".
Quando conversam com a imprensa, os legionários podem revelar apenas seu primeiro nome – algo que, segundo os superiores, se deve às ameaças extremistas que a França enfrenta.
'Não sou mercenário'
A trajetória dos legionários reflete bem a evolução dos conflitos no mundo: receberam ex-combatentes das guerras civis da Rússia nos anos 1920 e da Espanha nos anos 1930, e, depois da Segunda Guerra Mundial, vários alemães.Hoje, boa parte do contingente vem de países da ex-União Soviética, da Europa central e dos Bálcãs.
Os latino-americanos são 9% da força e vêm de locais desde o norte do México até o sul do Chile.
"Não sou mercenário", diz o cabo-chefe Alex, um sérvio de 37 anos que, durante seus 10 anos na Legião, combateu em conflitos como os da ex-Iugoslávia.
Proteger o Centro Espacial Guianês é uma missão primordial da Legião neste departamento ultramarino da França.
Acampamento de legionários na selva, o "lugar mais difícil que existe"
O contingente militar montado no começo do mês para o transporte de um satélite europeu mobilizou centenas de legionários.
Estão ali também um russo, que prefere não dizer seu nome e o chinês Zhihao, que tem 33 anos e carrega um fuzil de quase quatro quilos em marchas de 40 quilômetros. "Você se acostuma", diz ele em francês com um sotaque próprio.
A transformação dos legionários para atuar na floresta ocorre no acampamento Szutz, um centro de treinamento na Guiana Francesa que também treina unidades de outros países.
Legionários de origem sérvia e ucraniana fazem patrulha em caiaque no rio Kourou
Conta que entre os animais que comem está a cutia, roedor comum na região. "Você espeta o animal, põe no fogo e...é uma delícia".
Hélmer, um português de 25 anos, recorda o dia em passava "muita fome" e cruzou com uma serpente no caminho. "A serpente queria me atacar, mas eu queria come-la. Comecei a correr atrás dela e ela fugiu. De todos os bichos que encontramos na selva, o mais gostoso, pra mim, é o jacaré".
Os legionários também citam uma longa lista de perigos na floresta: de escorpiões a macacos grandes, que jogam galhos do alto das árvores, além de insetos que transmitem malária e outras doenças perigosas.
Da Argélia à Indochina
A Legião Estrangeira participou de combates em vários lugares do mundo, do seu batismo de fogo na Argélia até o México do século 19, passando pela Indochina e Djibouti no século 20.Mexicano Edgar, de 41 anos, já foi enviado ao Afeganistão, Chade e Kosovo
Passou de missões de defesa em antigas colônias francesas a intervenções em conflitos atuais, seja em países enfrentando crises humanitárias ou apoiando governos aliados de Paris.
O cabo-chefe mexicano Edgar, de 41 anos, já foi enviado ao Afeganistão, Chade e Kosovo. Ele conta que agora chegam muitos recrutas sem experiência militar. "Eles são necessários porque a diversidade é o que faz a força da Legião. Muitos vêm animados com os supersalários, mas quebram uma perna ou outra e não duram muito."
"Se pode ganhar 2.400 euros (US$ 2.600) por mês”, diz venezuelano
O salário é realmente um dos principais motivos para o alistamento.
Kristian, um legionário venezuelano, conta que seu salário base é de 1.600 euros, mas quando está em campo ganha 30 euros extras por dia. "No final, se pode ganhar 2.400 euros (US$ 2.600) por mês", diz.
Além disso, após cinco anos, é possível pedir a naturalização francesa ou, após 17 anos e meio, receber uma pensão.
Mas outros contam que entraram na Legião Estrangeira em busca de aventuras, como o cabo Juan, chileno de 31 anos que trabalhava em plataformas de petróleo na Patagônia e que queria "mudar o ritmo de vida".
"Aprendi o que é o rigor da vida militar", comenta, após cinco anos de serviço e missões no Mali, Costa do Marfim e Djibouti.
"Te levam ao limite".
Na Guiana Francesa, onde o Terceiro Regimento Estrangeiro de Infantaria (3º REI) está desde 1973 e 50 homens perderam suas vidas, os legionários também participam de operações na selva contra a exploração clandestina de ouro, atividade bastante comum na região.
O peruano Julio se lembra de quando, treinando para missões deste tipo, foi deixado, juntamente com outros nove legionários e quatro policiais franceses, por um helicóptero no meio da selva para que aprendessem a retornar à base.
A vegetação era tão impenetrável que resolveram se lançar, de mochila e tudo, a um rio repleto de jacarés. Flutuaram por três dias na corrente, até conseguirem voltar para a base.
“Muita gente tem a imagem de que só há loucos aqui. Encontrei alguns loucos, sim. Mas não todos”, diz peruano.
Aos 34 anos, com uma medalha pelos serviços no Afeganistão e cidadania francesa, Julio conta que passou de jardineiro em sua vida civil a sargento. Ele nega com veemência que a Legião seja algo "abominável", como muitos dizem.
"Muita gente tem a imagem de que só há loucos aqui. Encontrei alguns loucos, sim. Mas não todos."
Legião Estrangeira: informações de recrutamento.
Embora o site da Legião seja bem claro,jovens brasileiros continuam a me apresentar suas dúvidas e para dirimi-las,procurarei aqui resumir as informações oficiais. Dúvidas mais expostas:
Idioma;você
não precisa falar francês ou inglês,a Legião tem toda a estrutura para
receber recrutas de qualquer procedência e idioma,não se preocupe.
Idade: você poderá ingressar na Legião desde os 17 anos,com autorização dos responsáveis,até os 40(quarenta)anos,ou
seja,sem desculpas esfarrapadas de que perdeu a chance,mesmo que já
esteja em idade adulta ainda a terá,além de poder optar por funções mais
leves que não o combate(lembrando que a instrução básica será igual
para todos) :
-Administração:secretário,contabilista,informática;
-Transmissões:operador rádio,telegrafista,técnico de rádio,operador de central;
-Condutor:motorista de ligeiros,pesados e super pesados,transporte de pessoal,condutor de máquinas pesadas;
-Manutenção:mecânico,eletricista,soldador,chapeiro;
-Outros:enfermeiro,cozinheiro,músico,etc.
-Casados:Todo voluntário será alistado como solteiro,independente de seu estado civil.O legionário será autorizado a casar-se ou validar seu casamento anterior nas seguintes condições: prestar serviço com a verdadeira identidade,ser sargento(mínimo 3 anos de serviço),primeiro-cabo com mais de 7 anos de serviço ou ainda cabo ou legionário de primeira classe com 10 anos de serviço.
-Outros:enfermeiro,cozinheiro,músico,etc.
-Casados:Todo voluntário será alistado como solteiro,independente de seu estado civil.O legionário será autorizado a casar-se ou validar seu casamento anterior nas seguintes condições: prestar serviço com a verdadeira identidade,ser sargento(mínimo 3 anos de serviço),primeiro-cabo com mais de 7 anos de serviço ou ainda cabo ou legionário de primeira classe com 10 anos de serviço.
Local de recrutamento: somente na França continental,nos postos de
informação e alistamento,que ficam abertos 24h,7 dias por semana. É só
lá chegar a qualquer hora,se for de madrugada receberá alojamento
imediato,café da manhã e no horário normal seguirá para a primeira
entrevista. Para não complicar,sugiro o Fort de Nogent,em Fontenay sous
Bois,nos arredores de Paris,já que a capital será o destino dos
brasileiros que seguirão pelo meio mais barato,avião. É uma velha
fortaleza,fácil de localizar e qualquer policial lhe
ajudará,pronunciando apenas o nome mágico Legion. Ou escreva num papel"Fort de Nogent" e entregue a eles,que têm ordens para encaminhá-lo.
Viagem:passagens
por conta do voluntário até a França. Basta a passagem e o dinheiro
para o táxi,metrô ou ônibus,depois de entrar em um posto de
recrutamento,não gastará mais nada,tudo por conta da mãe
Legião,roupa,alojamento,comida,cigarro.
Apresentação:no
dia da chegada,receberá todas as informações possíveis,devendo
apresentar um documento válido(passaporte). Caso não lhe agrade,poderá
simplesmente ir embora.
Seleção preliminar:caso
opte pelo alistamento,durante dois ou três dias será entrevistado em
português, com mais profundidade,em relação a sua motivação em ser um
legionário;também será feito um exame médico preliminar e a ficha de
contrato,não definitivo ainda.
Seleção:após
esses procedimentos,será enviado à Aubagne,no sul da França,para
testes mais detalhados:psicotécnicos,personalidade,físicos,médicos.
Não é necessário ter qualquer escolaridade para sucesso nestes testes,que não são complexos. Não tente ser legionário antes da hora,seja você mesmo,sem tentar enganar ninguém. A Legião não quer homens maus,quer homens normais. Esse período pode variar de uma a duas semanas;
Não é necessário ter qualquer escolaridade para sucesso nestes testes,que não são complexos. Não tente ser legionário antes da hora,seja você mesmo,sem tentar enganar ninguém. A Legião não quer homens maus,quer homens normais. Esse período pode variar de uma a duas semanas;
-Psicotestes:
lógica e raciocínio,simples para uma pessoa normal. Se você tem
condições de tirar uma carteira de habilitação,passa com facilidade;
-Personalidade:várias entrevistas,sempre em português,é só conversar normalmente;
-Exame Médico:
mais aprofundado,passará se não tiver doenças graves;se tem condições
de servir o exército no Brasil,mesmo que um simples Tiro de Guerra,será
considerado apto;
-Testes Físicos:os
que suscitam muitas dúvidas,mas não exigem muito,pois são apenas para
demonstrar que o voluntário tem condições de ser aprimorado
posteriormente:corridas curtas (arrancadas)de 20 metros,por várias
vezes,ordenadas por apitos;barra vertical,apenas 4 trações
completas;subida em corda de 5 metros,podendo ajudar com os pés;e talvez
o mais difícil,40 flexões abdominais,é só treinar antes de ir.Contrato: agora é a hora de assinar,ainda é tempo de desistir e voltar para o Brasil e ser um frustrado pelo resto da vida. São cinco anos,nem um dia a menos. Passará rápido,poderá se realistar por períodos menores após ou sair da Legião,com a nacionalidade francesa se quiser e com auxilio de colocação em empregos civis na própria França.
Instrução:durará
cerca de três meses,inclusive com montanhismo nos Pirineus e após
voltará para Aubagne para ser nomeado em um dos 11 regimentos da Legião.
Para os combatentes a gama de funções é variada:atirador de
elite(sniper), piloto de carro de combate, paraquedista, sapador,
metralhador,mergulhador,atirador de míssil anticarro,etc,etc. Os
locais,os mais variados,exóticos e interessantes,desde a próxima Guiana
Francesa(com direito a desfilar em Macapá no 7 de Setembro,já uma
tradição)até o distante Djibouti,vizinho da Somália e Etiópia. Sem
contar as novidades que sempre aparecerão,principalmente em África,nos
países francofonos,que volta e meia solicitam o auxílio da França para
resolverem seus assuntos internos.O salário inicial varia,de 1200 euros
em território francês a 3560 euros se estiver destacado em Djibouti(isso
mesmo,o soldo inicial...)
Ainda tem dúvidas? Então não vá, pois lhe
falta audácia e espírito de aventura, essencial para esse tipo de
empreitada. Volte para seu vídeo game.
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